Voltei a atacar no Jornal de Notícias, e logo uma notícia me saltou à vista, era uma notícia sobre a exposição "Sexo en piedra", patente na Fundação Atapuerca, em Burgos, Espanha. Estranho, em Julho estive em Burgos e não soube de nada disto... mas de facto a cidade parecia do tempo pré-histórico... é verdade, não gostei da cidade.
E imaginem lá a grande revelação desta exposição, descrita no JN:
"O sexo mantêm-se mais ou menos igual há 40 mil anos. Gente mais peluda, a viver em grutas, mas com gostos e comportamentos equivalentes ao do mais polido e moderno acto sexual dos dias."
Não é uma revelação fantástica? Eu acho! Eu pensava que há 40 mil anos eles praticavam o amor com os pés!!! Mas não... há 40 mil anos já faziam... coiso... como agora! Afinal já eram muito evoluídos! Mas que coisa... quem é que se foi lembrar de meter aquela coisinha... na outra coisinha a ver o que dava??? (a linguagem é infantil, porque muitas crianças vão ler isto...ou então não vão nada...vão jogar playstation...). Curiosa a referência a "gente peluda"... eram peludos... era natural... era o amor no estado puro e duro... do género "eu sou peludo e mesmo assim queres algo comigo, é porque me amas mesmo", agora com as modernices com coisas "polidas" (como diz a reportagem) e brasileirices... tudo está adulterado! TUDO!
A reportagem acrescenta:
"Parece lógico até ao mais distraído que a «posição do missionário», tida como a mais ordinária para o acto sexual da Humanidade, não teria este nome na Idade da Pedra, mas, garante Marcos Garcia, ao jornal espanhol El Mundo, há milhares de anos que existem as diferenças entre sexo recreativo e reprodutivo."
Meu Deus... eu sou tão distraído... posição de quê?? Lanço um repto, alguém me sabe dizer de onde vem este nome... missionário porquê? Mas esses não são os que vão em missão pela Igreja? A Igreja está metida nisto?
Mas a estes senhores da exposição eu dou uma novidade! Eu sei qual era o nome da posição na pré-história! Era: "Tu por baixo...eu por cima e buka buka buka buka buka" Sim, era assim! Vi numa revista muito conceituada chamada "Quão parvo consegue ser o cérebro deste rapaz".




















